sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Site com textos para o trabalho prático

Vejam este blog:

http://sociologiadatecnica.blogspot.com/

Especialmente sobre o tema "Teoria do Actor-rede e o estudo dos Blogs" :

http://sociologiadatecnica.blogspot.com/2007/02/teoria-do-actor-rede-e-os-blogs.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Aula do dia 23-11-07

Aula do dia 23-11-07


Esclarecimento sobre o trabalho prático

Recolha de artigos e/ou livros, em que cada aluno irá fazer, no mínimo, três

recensões de artigos (parte individual);


∑ Grupo máximo 3 pessoas
∑ Máximo 20-30 páginas de dimensão final do trabalho (página A4 Times 12 a 1,5 esp.)

Fases do trabalho:
∑ Recolha de informação
∑ Organização de informação
∑ Resultado final

Critério de recolha (definir a questão "área")



Sugestões de temas para os Trab. práticos:

∑ O estudo dos sites das câmaras municipais (bibliografia na minha página pessoal (http://neves.paginas.sapo.pt)
∑ Utilização dos blogs pelas empresas como ferramenta de trabalho
∑ Utilização do e-learning na formação interna das empresas. Ex: Banco
∑ O sistema de informação das empresas (como está a ser vista a sua implementação para muitos trabalhadores). A ideia de resistência.




EXEMPLO DE PESQUISA


∑ Pesquisar acerca do "trabalho imaterial"

1. O que é?

"Como a produção de serviços não resulta em bem material e durável, definimos o
trabalho envolvido nessa produção como trabalho imaterial − ou seja, trabalho que
produz um bem imaterial, como serviço, produto cultural, conhecimento ou comunicação"
Hardt, M. e A. Negri, Império. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 311

Contudo, a actividade, no trabalho imaterial, é material porque envolve corpo e cérebro.
O imaterial é o produto. Um trabalho que não se fica pelos bens materiais, criando também relações e vida social



2. APLICAÇÃO NA INVESTIGAÇÃO

Espaço-temporalidade, Trabalho Imaterial e Resistência: reflexões sobre o cotidiano do trabalho contemporâneo
http://rizomando.blogspot.com/2007/08/um-texto-sobre-velocidade-tecnolgica.html


PÓS-GRANDE INDÚSTRIA: TRABALHO IMATERIAL E FETICHISMO
http://www.econ.fea.usp.br/eleuterio/ArtigosPublicados/Pos-GrandeTrabImatFetich.pdf.


TRABALHO IMATERIAL, COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO E PRODUÇÃO COLABORATIVA NA
SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
http://www.encontros-bibli.ufsc.br/Edicao_23/lima.pdf.


3. Crítica ao conceito de trabalho imaterial:

http://www.comciencia.br/200405/reportagens/15.shtml

Dfinição do conceito de trabalho imaterial (procurar tb na net em português):

http://socialsoftware-portugal.blogspot.com/2007/11/tewxtos-de-apoio-ao-workshop.html)

..............................

ANEXO

AJUDAS GERAIS PARA O TP

E outros textos sobre social software aqui:

http://socialsoftware-portugal.blogspot.com/

(ver os textos on-line)

Blog de análise sociológica das organizações onde podem encontrar mais textos.

http://asorganizacoes.blogs.sapo.pt



Como pesquisar na net:

http://projectopratica.blogspot.com/2006/11/sesso-de-9-de-novembro-de-2006.html


Buscar teses na área do Social Software no site: http://www.apsi.pt

Departamento Sistemas de Informação, DSI Univ. Minho

Palavras de pesquisa no Google:

Sociologia da Internet, social sofwtare, social-networking, cyberstudies, cyber ccultures, sociologia da web

Em caso de dúvidas consultar o Prof. no horário de atendimento ou por e-mail.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Atendimento extra Trab. práticos

Horário de atendimento: 5ªs das 17h às 19h.



Horário extraordinário para esclarecimento de dúvidas em relação ao Trab. Prático:

próxima 2ª feira 3 de Nov. das 16h às 18h.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Dois textos para a aula da 2ª semana de Dezembro

Dois textos para a segunda semana de Dezembro da disciplina (a dar por José Pinheiro Neves) - o conceito de rede


1. Sílvia Portugal

O conceito de rede nas ciências sociais



Ver o texto aqui:

http://www.ces.uc.pt/publicacoes/oficina/271/271.pdf


2.

NEVES, José Pinheiro (2005), “Uma nova. forma de pensar o conceito de rede na. sociologia das organizações: da rede. topológica em Michel Serres à rede sócio-técnica em Latour


http://neves.do.sapo.pt/Mexico2003.pdf

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Sumário da Sessão de 9/11/2007

Sumário 5 - A responsabilidade Social das Burocracias



1- Relações da Ética com a Economia

1.1- Na Antiguidade;
1.2- Na Idade Média;
1.3- A Sociedade Industrial e o divórcio da Economia e da Ética.

2- Perspectivas teóricas sobre a responsabilidade social da empresa (RSE).

1.1- Responsabilidade económica e obrigação social;
1.2- Responsabilidade filantrópica;
1.3- Responsabilidade ética e sensibilidade social;
1.4- Criação de valor e benefício mútuo;
1.5- Responsabilidade civil e cidadania empresarial

3- Texto proposto: Manuel Costa (2006), Ética e Economia: a empresa como sistema social, Conferência feita no XIX Seminário AISO, Caracas, 12-15 de Setembro de 2006.

4- Outros textos aconselhados: a)-Sem, Amartya ( 1993), Éthique et Économie, Paris, PUF; b)-Moreira, José Manuel ( 1999), A Contas com a Ética Empresarial, Cascais, Principia.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Aula de 2 de Nov. de 2007

Organizações, Globalização e Ambiente Político

II - Burocracias e Ambiente Político.

3- Um novo modelo de análise das Burocracias e o Ambiente Político

3.1- O Estado como regulador: a renovação do Pacto social;
3.2- Limites do modelo concurrencialista de economia;
3,3- As novas classes industriais;
3.4- O papel social dos gestores;
3.5- Crise do Estado Providência e dos sectores sociais da economia;
3.6- Possibilidade de um equilíbrio entre o económico e o social.

4- As Burocracias e os novos desafios colocados ao Movimento Sindical (MS)

4.1- Algumas razões da crise do Movimento Sindical:

a) Consciência de classe e identidade operária;
b) Heterogeneidade do Movimento Operário e acção colectiva;
c) Passagem do Movimento Sindical, de actor social histórico a agente de negociação política;
d) As mudanças na empresa supõem mudanças no MS;
e) A flexibilização e a precarização do trabalho fragilizam o MS;
f) Fechamento do MS a novos valores e a novos públicos.

4.2- O MS como Actor de Modernização:

a) O MS e a modernização técnica;
b) Novas qualificações e novas identidades profissionais;
c) O MS e novas formas de organização e de contratualização do trabalho;
d) O MS e as novas políticas Industriais;
e) O MS como actor de Desenvolvimento Social.




4.3- O MS e a sua Reorganização Institucional:

a) O Sindicatos como burocracias pluricéfalas;
b) Burocracias administrativas e carreiristas;
c) Os Sindicatos como “Agências dos Partidos” para o mundo laboral;
d) Os Sindicatos e a democracia interna;
e) Abertura do MS a novos públicos.


4.4- O MS e a sua organização supranacional:

a) O MS e a divisão Internacional do Trabalho;
b) O MS e a deslocalização das empresas;
c) O MS e a sua coordenação Internacional.

Texto: Presidência da República (1999), A Reforma do Pacto Social, Colóquio promovido pela Presidência da República, Lisboa Imprensa Nacional - Casa da Moeda.

5- Exercício Prático para a próxima aula: Análise de textos, dados pelo docente, sobre ética e responsabilidade social das organizações.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Aula de 26 de Outubro

Organizações, Globalização e Ambiente Político

http://neves.do.sapo.pt/Org_QA/Aula26OutOrgQAct.pdf

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Aula de 19 de Outubro de 2007

Ver aqui:

http://neves.do.sapo.pt/Org_QA/Burocracia%20Digital_19Out07.pdf

Aula de 12 de Outubro de 2007

Das Burocracias Formais às Burocracias Digitais
(Sessão de 12/10/2007)



1- A burocracia como um processo histórico: Diferenciação e complexificação.

2- As burocracias pré-modernas:

2.1- Exemplos: Religiosas (Igreja Católica)
Militares
Prebendárias
Rendatárias
Patrimoniais.
2.2- Características:
Laços de dependência religiosa.
Dependências pessoais ( juramentos, votos).
Vassalagens.
Laços de sangue e parentesco.
Adscrição à propriedade do Senhor, etc.

3- O triunfo da burocracia formal e a modernidade:

3.1--Características da modernidade:

1)- Ruptura da ordem cósmico e religiosa: a ordem social é explicada dentro da ordem social; Primado da razão e do método experimental;

2)- Ruptura da ordem política: substituição do poder absoluto do Príncipe pela democracia; génese contratualista do Estado;

3)- Ruptura da ordem económica e instauração do capitalismo como filosofia de lucro;

4)- Ruptura dos laços comunitários e instauração do pluralismo cultural.






3.2- Razões do triunfo das burocracias industriais e administrativas:

1)- A economia de mercado como base material das burocracias;

2)- Instauração da démarche científica e técnica;

3)- Instauração da racionalidade instrumental e da burocracia como forma de dominação económica e política sobre o social e cultural;

4)- Desagregação dos laços sociais e triunfo do individualismo.

4 - Passagem da organização pré-burocrática à organização complexa e formal:

4.1- Exercício: Identificar as características das organizações pré-industriais com a organização taylorista de empresa.
4.2- Comparar as características principais das burocracias pré-modernas com o ideal tipo de burocracia weberiana





5- Textos recomendados: a)-Campos, Edmundo(1978), A sociologia da burocracia, Rio de Janeiro, Zahar Editores; b)-Clegg, Stewart ( 1998).As organizações modernas, Oeiras, Ed.Celta.

Programa e formas de avaliação

Universidade do Minho
Curso de Mestrado em Sociologia
Ano Lectivo de 2007/08

Unidade Curricular Opcional: 1º semestre do 2º ciclo

Área de Organizações e Trabalho


Disciplina: Organizações: questões de actualidade
Horário: 6ª feiras, 17:00 – 21:00








Programa da Disciplina e formas de avaliação









Docentes responsáveis:

Manuel da Silva e Costa (Prof. Catedrático)
Instituto de Ciências Sociais/Departamento de Sociologia
mscosta@ics.uminho.pt


José Pinheiro Neves (Prof. Auxiliar)
Instituto de Ciências Sociais/Departamento de Sociologia
E-mail: jpneves2007@gmail.com
Webpage: http://neves.paginas.sapo.pt




1. Horas lectivas

8 horas: 3 lectivas, 3 de trabalho autónomo pelos alunos e 2 de apoio tutorial.


2. Resultados da aprendizagem propostos

1. Compreensão aprofundada de algumas das abordagens contemporâneas da sociologia das organizações aplicadas ao estudo dos fenómenos da burocratização, globalização e difusão de novas tecnologias;
2. Desenvolvimento de capacidades de interpretação e de análise articulada de contextos organizacionais específicos;
3. Aquisição de competências específicas para o diagnóstico e intervenção nas organizações, com destaque para a confrontação entre as diferentes lógicas organizacionais e as estratégias e práticas dos actores;
4. Capacitação para o diagnóstico e intervenção nas organizações, no domínio da interacção entre as lógicas sociais e a vertente tecnológica.




3. Programa resumido


1.Dinamismos actuais das organizações burocráticas: das burocracias formais às
burocracias digitais (Docente: Prof. Manuel da Silva e Costa - aulas de 12 de Outubro e 19 de Out. 2007)
2.Organizações, globalização e ambiente político (Prof. Manuel da Silva e Costa - aulas de 26 de Out. e 2 de Novembro).
3.Organizações, ética económica e responsabilidade social (Prof. Manuel da Silva e Costa - aulas de 9 e 16 de Nov.).
4. A noção da rede nos estudos organizacionais: da análise das redes sociais à sociologia do actor-rede (Prof. José P. Neves - aulas de 23 Nov. e 14 Dez.).
5.Organizações e as novas redes das TICs: a Web 2.0 e a gestão do conhecimento (Prof. José P. Neves - aulas de 21 Dez. e 12 Jan.).
6. Exemplos de estudos sociológicos organizacionais sobre a inovação e a introdução das NTIC (Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) (Prof. José P. Neves - aulas de 19 Jan. e 26 Jan.).


4. Formas de avaliação

Os alunos serão avaliados através do sistema da avaliação periódica.

O regime de avaliação periódica, de acordo com o Regulamento da Universidade, baseia-se em diversos elementos de avaliação. Consiste no uso de processos avaliativos que permitem aferir, em momentos predeterminados, o nível de desempenho dos estudantes (conhecimentos, competências, atitudes) em relação aos resultados esperados de aprendizagem. Além disso, poderão ser realizados pequenos testes de auto-avaliação nas aulas teórico-práticas. Não sendo utilizados na avaliação final, permitem ao aluno saber qual o seu nível de progressão não só nos objectivos ligados aos conhecimentos mas também em relação às suas competências.

Na disciplina, haverá dois testes e um trabalho prático, para além de pequenos trabalhos e testes de tipo auto-avaliação.

A ponderação de cada um dos elementos de avaliação será a seguinte:

- Dois testes de avaliação com consulta: a realizar na semana de 16 Novembro de 2007 e na última semana de aulas (26 Jan. de 2008) – 30% cada teste.

- Trabalho prático com avaliação individualizada – 30% (duas semanas de interrupção das aulas em sala para se trabalhar nas pesquisas em grupo: semanas de 30 de Novembro e 7 de Dezembro de 2007);

- Participação e cooperação activa nas aulas e no trabalho de grupo – 10%.


A aprovação por avaliação periódica implica uma classificação igual ou superior a dez valores.

Os alunos deverão ter um registo de presenças igual ou superior a 2/3 das aulas teórico-práticas ministradas. O controlo da presença às aulas será realizado pelo docente.




4. Tema central sugerido para o trabalho prático

Estudos organizacionais exploratórios acerca do fenómeno do uso do “software social” e de outras Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) nas organizações. As suas implicações na questão da gestão do conhecimento.



5. Bibliografia


ALSENE, Éric, "Les impacts de la technologie sur l'organisation", in Sociologie du Travail, n° 3, 1990, p. 321-337.
ANDRADE, Thales de, “Inovação e ciências sociais: em busca de novos referenciais”, Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol. 20, nº 58 (Junho), 2005, pp.145-156.
ASSEGOND, Christèle, "Repenser la technique en sociologie du travail : ancien paradigme, nouvelles perspectives", in Revue de l'IRES, n° 44, 2004/1, pp. 171-188. Protocolo disponível em: http://www.ires-fr.org/files/publications/revue/r44/r447.pdf [Data de acesso: 21 de Abril de 2006].
BECKER, Howard S., Art Worlds, Berkley, CA, University of California Press, 1984.
BERNOUX, Philippe, La sociologie des organisations, Paris, Éditions du Seuil, 1985 [Trad. Portuguesa : BERNOUX, Philippe, A Sociologia das Organizações, Porto, Rés, (s/data)].
BURNS, Tom; e STALKER, G. M., The Management of Innovation, Londres, Tavistock Publications, 1961.
BURREL, Gibson e MORGAN, Gareth, Sociological Paradigms and Organisational Analysis, London, Heinemann, 1979.
CASTELLS, Manuel, The Rise of the Network Society – The information age: economy, society and culture, Oxford, Blackwell, 2000.
CHANLAT, J.-F., "L'analyse sociologique des organisations: un regard sur la production anglo-saxonne contemporaine (1970-1988)", in Sociologie du Travail, n°31-79, pp. 38-40.
CHANLAT, Jean François; e SÉGUIN, Francine, "Introduction", in Jean François Chanlat e Francine Séguin (Eds.), L'analyse des organisations. Une anthologie sociologique. Tomo II., Montréal, Gaetan Morin, 1985.
CLEGG, Stewart R., As Organizações Modernas, Oeiras, Ed. Celta, 1998.
CORCUFF, Philippe, Les nouvelles sociologies, Paris, Éditions Nathan, 1995, 68-75 [Existe uma tradução em português na Biblioteca da UM] [Sobre a teoria do actor-rede].
COSTA, Manuel da Silva e, “O reencantamento da organização: a organização participativa e a mudança de paradigma científico”, in Sociedade e Cultura 3, Cadernos do Noroeste, Série Sociologia, Vol. 16 (1-2), 2001, pp. 9-20)
COSTA, Manuel da Silva e, Organização do trabalho e participação. Lição de síntese, Braga, Instituto de Ciências Sociais, 1994, Universidade do Minho.
COSTA, Manuel da Silva e; e NEVES, José Pinheiro, Estudo do impacte social da utilização das novas tecnologias nas autarquias locais [Study of the Social Impact of New Technologies in Local Governments]. Relatório final do projecto apoiado pela JNICT, PCTS FSC nº 39/90, Braga, CCHS da Universidade do Minho, 1994.
COSTA, Manuel da Silva e; NEVES, José Pinheiro, “Novas tecnologias e organizações administrativas: um estudo empírico”, in Dinâmicas multiculturais, novas faces, outros olhares [Actas das sessões temáticas do III Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais. Lisboa, Julho de 1994], Lisboa, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 1994, pp. 169-185.
CUSSINS, Charis, “Ontological Choreography: Agency for women patients in aninfertility clinic”, in Marc Berg e Annemarie Mol (Ed.), Differences in Medicine. Unravelling Practices, Techniques and Bodies, Durham, NC: Duke University Press, 1998, pp. 166-201.
DAVID, Paul A., “Cleo y la economía del teclado QWERTY”, in Boletín CF+S, Nº 21. Septiembre 2002, Protocolo disponível em: http://habitat.aq.upm.es/boletin/n21/apdav.html [Data de acesso: 5 de Setembro de 2006].
DOMINGUES, Ivo, Gestão de Qualidade nas Organizações Industriais. Procedimentos, Práticas e Paradoxos, Oeiras, Celta, 2003 [teoria da estruturação de Giddens e teoria da anarquia organizada].
EMERY, F. E.; e TRIST, E. L. (1972), “Socio-Technical Systems”, in F. E. Emery (Ed.), Systems Thinking, Harmondsworth, Middlesex, England, Penguin Books.
FERREIRA, Lurdes, “Holanda defende vales de inovação”, in Público, 7 de Outubro de 2006, p. 34.
FLICHY, Patrice (2003), L'innovation technique. Récents développements en sciences sociales. Vers une nouvelle théorie de l'innovation, Paris, La Découverte.
FOUCAULT, Michel (2000), "O Sujeito e o Poder", in Sociedade e Cultura 1,Cadernos do Noroeste, Série Sociologia, Universidade do Minho, Vol. 13 (1), 2000, pp. 349-370.
FOUCAULT, Michel, "Deux essais sur le sujet et le pouvoir", in Hubert Dreyfus e Paul Rabinow, Michel Foucault. Un parcours philosophique, Paris, Gallimard, 1984, pp. 297-321 [Tradução portuguesa: “O sujeito e o poder” in Sociedade e cultura 1, Cadernos do Noroeste, Série Sociologia, Vol. 13 (1), 2000, pp. 349-370]. Há uma tradução parcial em português em: http://neves.paginas.sapo.pt/foucault.html
FREEMAN, Christopher (1982), Economics of industrial innovation, Cambridge, MIT Press.
FREIRE, João, Sociologia do Trabalho: uma introdução, Porto, Afrontamento, 1993.
FREITAS, Maria Ester, Cultura organizacional. Formação, tipologias e impactos, S. Paulo, Makron e McGraw-Hill, 1991.
FRISSEN, P. H. A., "L'impact culturel de l'informatisation", in Revue Internationale de Sciences Administratives, Vol. 55, 1989.
FROST, P; e outros, Organisational Culture, Beverly Hills, Sage, l985.
GARCIA, José Luís (2003), “Sobre as Origens da Crítica da Tecnologia na Teoria Social. A Visão Pioneira e Negligenciada da Autonomia da Tecnologia de Georg Simmel”, in Hermínio Martins e José Luís Garcia (Org.), Dilemas da Civilização Tecnológica, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, pp. 91-138.
GIDDENS, Anthony, A constituição da sociedade, São Paulo, Livraria Martins Fontes Editora, 1989
GRAS, Alain (2006), "Anthropologie et philosophie des techniques : Le passé d'une illusion", in Socio-Anthropologie, N° 3. Protocolo disponível: http://revel.unice.fr/anthropo/document.html?id=22 [Data de acesso: 5 de Agosto de 2006].
HASSARD, John, "Postmodernism and organizational analysis: an overview", in John Hassard e Martin Parker, Postmodernism and Organizations, Londres, Sage Publications, 1993, pp. 1-23 [Tradução portuguesa de Joel Felizes e José Pinheiro Neves: "Pós-modernismo e análise organizacional", in Cadernos do Noroeste, Vol.8 (1), 1995, pp.187-222 Ver em: http://neves.paginas.sapo.pt/modernidade.html]
INNIS, H. A., The bias of communication, Toronto, University of Toronto Press, 1951.
LATOUR, Bruno, "Give me a laboratory and I will raise the world", in K. Knorr-Cetina e M. Mulkay (eds.), Science Observed: Perspectives on the Social Study of Science, London, Sage, 1983, pp. 141-170 [sobre a Teoria do Actor-Rede].
LATOUR, Bruno, Reassembling the Social - An Introduction to
Actor-Network-Theory, Oxford, Oxford University Press, 2005.
LATOUR, Bruno; e WOOLGAR, Steve, Laboratory Life: the Construction of Scientific Facts. Revised edition, Princeton, Princeton University Press, 1986.
LAW, John, "Do poder e suas tácticas. Uma abordagem a partir da sociologia da ciência", in Michel Domènech e Francisco Javier Tirado (comps.), Sociología simétrica, Barcelona, Gedisa Editorial, 1998 [sobre a Teoria do Actor-Rede].
LAW, John; e Mol, Annemarie, “Notes on materiality and sociality”, in The Sociological Review, nº 43 (2), 1995, pp. 274-294.
LEE, Nick; e BROWN, Steve (1998), “La alteridad y el actor-red. El continente no descubierto”, in Michel Domènech e Francisco Javier Tirado (comps.), Sociología simétrica, Barcelona, Gedisa Editorial, pp. 219-248.
MARTINS, Hermínio; e GARCIA, José Luís (Org.) (2003), Dilemas da Civilização Tecnológica, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais.
MARX, Karl, "Misère de la philosophie", in Oeuvres, T. I, Paris, Gallimard, 1965.
MCLUHAN, Marshall, Understanding Media: The Extensions of Man, Cambridge, MIT Press, 1994 [1964].
MORGAN, Gareth, Imagens da organização, São Paulo, Atlas, 1996.
NEVES, Arminda, Balanço das experiências de planeamento de sistemas de informacão na administração pública, Policopiado, 14 pp.
NEVES, José Pinheiro (1990), “A informatização das autarquias locais como mudança organizacional – Notas sobre uma investigação em curso”, in Cadernos do Noroeste, 3 (1-2), pp. 177-203.
NEVES, José Pinheiro (2006), O Apelo do Objecto Técnico. A perspectiva sociológica de Deleuze e Simondon, Porto, Campo das Letras.
NEVES, José Pinheiro; FELIZES, Joel, “Playing by the Rules in Portuguese Local Government: Interpretations of the Discourse of Administrative Leadership”, in Social Bonds to City Hall, Odense, Odense University Press, 2002, pp. 76-88 [aplicando a teoria da estruturação de Giddens]
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PASSOS, Marcelino Lyra, "Princípios organizacionais e comportamento estratégico", in Estruturas Sociais e Desenvolvimento. Actas do II Congresso Português de Sociologia. Volume I, Lisboa, Fragmentos, 1993, pp. 461-476.
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SAINSAULIEU, Renaud, L'identité au travail. Les effets culturels de l'organisation, Paris, Presses de la Fondation Nationale des Sciences Politiques, 1977.
SAINSAULIEU, Renaud, Sociologie de l'organisation de l'entreprise, Paris, Presses de la Fondation Nationale des Sciences Politiques & Dalloz, 1997.
SAINSAULIEU, Renaud, Sociologie des organisations et de la transformation sociale, Paris, IEP/FNSP, 1985.
SALERNI, Dario, "Le pouvoir hiérarchique de la technologie", in Jean Francois Chanlat e Francine Séguin (Eds.), L'analyse des organisations. Une anthologie sociologique. Tome II., Montréal,GaetanMorin,1985,pp.175- 191.
SCHUMPETER, Joseph (1982), The Theory of Economic Development: an inquiry into profits, capital, credit, interest, and the business cycle, Somerset, Transaction Publishers.
SÉGUIN, Francine; e CHANLAT, Jean Francois, «Introduction», in Francine Séguin e Jean François Chanlat (Eds.), L'analyse des organisations. Une anthologie sociologique. Tome I. Les théories de l'organisation, Montréal, Gaetan Morin, 1983.
SIMONDON, Gilbert (1969), Du mode d´existence des objets techniques, Paris, Aubier-Montaigne.
SINGLETON, Vicky; e MICHAEL, Mike (1998), “Actores-red y ambivalencia. Los médicos de família en el programa británico de citología de cribaje“, in Michel Domènech e Francisco Javier Tirado (comps.), Sociología simétrica, Barcelona, Gedisa Editorial, pp. 171-217.
SMIRCICH, Linda, "Concepts of culture and organizational analysis", in Administrative Science Quarterly, n° 28, 1983, pp. 339-358.
SMIRCICH, Linda, "Is the concept of culture a paradigm for understanding organizations and ourselves?", in Peter Frost e outros, Organizational Culture, Beverly Hills, Sage, 1985.
SPINK, M. J., “Subvertendo algumas dicotomias instituídas pelo hábito”, in Athenea Digital, nº 4, 2003. Protocolo disponível em : http://antalya.uab.es/athenea/num4/spink.pdf [Data de acesso: 15 de Fevereiro de 2006].
SUBTIL, Filipa, ”Uma teoria da globalização avant la lettre. Tecnologias da comunicação, espaço e tempo em Harold A. Innis”, in Hermínio Martins e José Luís Garcia (org.), Dilemas da Civilização Tecnológica, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2003.
TAYLOR, James R., "The rational organization reconsidered", in Communication Theory, 11 (2), 2001, pp. 137-177.
TAYLOR, James R., GROLEAU, C., HEATON, L. e VAN EVERY, Elisabeth J., The computerization of work: A communication perspective, Thousand Oaks, CA, Sage, 2001.
TAYLOR, James R.; e VAN EVERY, Elisabeth J., The Vulnerable Fortress. Bureaucratic Organization and Management in the Information Age, Toronto, University of Toronto Press, 1993.
VALA, Jorge; MONTEIRO, Maria Benedicta; e LIMA, Maria Luísa, "Culturas organizacionais - uma metáfora à procura de teorias", in Análise Social, Vol. XXIV 101/102, 1988, (2° 3°), pp. 663-687.
WEBER, Max, "Os três Aspectos de Autoridades Legítimas”, in ETZIONI, Amitai, Organizações Complexas, São Paulo, Atlas, 1971.
WEBER, Max, Economia y Sociedad, 2ª Ed., México, Fondo de Cultura Económica, 1964.






Principais revistas aconselhadas:

Análise Social, Revista do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa;
Cadernos de Ciências Sociais, Editora Afrontamento, Porto;
Configurações, CICS, Universidade do Minho
Economia e Sociologia, Universidade de Évora, Évora;
Revista Crítica de Ciências Sociais, Revista do Centro de Estudos Sociais, Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra, Coimbra;
Sociologia: Problemas e Práticas, Centro de Investigações e Estudos Sociológicos, I.S.C.T.E., Lisboa;
Organizações e Trabalho, Revista da Associação Portuguesa de Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho, Lisboa [http://www.apsiot.pt]
Cadernos de Estudos Municipais, Arquivo, Universidade do Minho.

Alguns “sites” na “web” acerca da Sociologia das Organizações:

Associação Internacional de Sociologia – http://www.ucm.es/info/isa/
Associação Portuguesa dos Profissionais em Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho – http://www.apsiot.pt
Associação Portuguesa de Sociologia – http://www.aps.pt
Associação Ibero-Americana de Sociologia das Organizações – http://www.aiso.es/ e http://es.groups.yahoo.com/group/a_i_s_o/
Rede “Actor-Network Theory” do Yahoo: http://groups.yahoo.com/group/actor-network-theory/
Rede “Sociología-Portugal” do Yahoo: http://groups.yahoo.com/group/sociologia-portugal/